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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cristiano Ronaldo visitará hospital de câncer infantil.


Cristiano Ronaldo concorre ao prêmio da Fifa ao lado de Lionel Messi e o Franck Ribéry
O ídolo português eleito melhor jogador do mundo pela Fifa, Cristiano Ronaldo, vai visitar o Centro Infantil Boldrini, hospital referência no tratamento do câncer infantil, durante sua hospedagem em Campinas, informou na quarta-feira (12) o prefeito Jonas Donizette (PSB). As seleções portuguesa e nigeriana se hospedarão na cidade na Copa do Mundo. 

O prefeito está negociando ainda para que outras obras sociais possam receber visita de atletas dos respectivos times. 

A presidente do Boldrini, Silvia Brandalise, comemorou a notícia e disse que a visita de esportistas, de pessoas de projeção nacional de internacional sempre levam euforia às crianças e adolescentes. 

“Elas propiciam uma conexão do mundo sofrido de um hospital com uma realidade mais rica do esporte e visitas assim levam esperança. A possibilidade de um autógrafo, de uma foto, de um sorriso é uma preciosidade”, afirmou. 

Para o atleta, disse Silvia, é um ato de cidadania.

Veja o resultado da Mega-Sena; prêmio acumula em mais de R$ 60 milhões.

Ao todo, 230 apostadores acertaram a quina e levaram R$ 23 mil cada. Outras 19.015 apostas acertaram a quadra.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.573 da Mega-Sena sorteadas na noite desta quarta-feira (12) em Osasco (SP). O valor do próximo prêmio, que será sorteado no sábado (15), acumulou em R$ 62 milhões, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal.
Os números sorteados foram: 07 - 16 - 21 - 35 - 36 - 38.
Ao todo, 230 apostadores acertaram a quina e levaram R$ 23.076,78 cada um. Outras 19.015 apostas acertaram a quadra e ganharam R$ 398,75 cada.
Profeta diz que evoca espíritos para revelar números premiados das loterias
Empresas vendem fórmulas milagrosas para ganhar a Mega-Sena
As apostas para o próximo concurso da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) da próxima quarta-feira, em qualquer uma das 12 mil unidades lotéricas do País. As apostas custam a partir de R$ 2,00.

BBB14: Em festa, Diego quase bate em Cássio e Letícia briga com Valter.

Festa Planetária agitou a madrugada desta quinta-feira (13) na casa do BBB14.

Durante a Festa Planetária, que rolou na madrugada desta quinta-feira (13), Diego não gostou de uma brincadeira de Cássio, que derrubou a bebida no carioca. Furioso, Diego disparou: “Vou dar um soco na sua cara”, e tentou ir atrás de outra bebida, mas logo em seguida voltou e foi para cima de Cássio: “Vou te machucar, só tem essa bebida!”, disse Diego na hora da raiva.
Franciele percebeu o movimento e puxou o namorado, afastando ele de Cássio. "Vou dar um soco na sua cara para você virar homem”, disse Diego ao se afastar do brother.
Mais cedo, Letícia e Vanessa decidiram conversar. "Para mim, você tinha dito que tinha votado na Franciele para me salvar. Para a Fran você chegou nela e disse que tinha votado nela porque o seu estava na reta. Para mim você falou uma coisa e para ela você falou outra". Letícia tentou se defender das acusações: "Mas é a mesma coisa. O meu estava na reta. Eu poderia colocar você comigo ou ela comigo".
Vanessa não gostou muito da resposta e tentou encerrar a conversa. "Não quero discussão, estou neutra, só isso". Mas logo depois sugeriu chamar Fran para resolver as coisas, mas Letícia não aceitou: "Ela é muito grossa, não dou conta".
"Fico decepcionada com você. Você falava que eu era próxima da Fran mesmo ela me tratando mal e agora você está fazendo a mesma coisa", desabafou Letícia. "Nunca vou ser amigona dela, o santo não bate", disse Vanessa.
Letícia então disse que não vai ser mais como antes, mas fraquejou: "Não vou tentar provar nada para ninguém. Eu antes estava tentando explicar demais para as pessoas, não quero ficar fazendo isso. Só não me deixa só. Estou me sentindo muito rejeitada aqui. Vejo tanta gente pior que eu".
Mas a noite não acabou para Letícia, que discutiu feio com Valter. Tudo começou porque ele passou o dedo molhado nela, que não gostou e jogou um copo de bebida nele. "Você fica fazendo gracinha comigo, dando tapinha na minha bunda e praticamente me chamando de prostituta pelas minhas costas! Você não brinca com mulher nenhuma do jeito que brinca comigo, você é desrespeitoso! Não vem dar uma de santo, não! Eu sei muito bem as coisas que você fala nas minhas costas", disparou Letícia.
Os dois continuaram, até que Letícia se afastou, mas quando viu o rapper falando do assunto, levantou e foi reclamar com ele. "Menos, menos! Não dou a liberdade que você acha que tem comigo. Não vem se fazer de vítima para mim ", disse Letícia. "Como eu queria ser uma mulher agora. Jamais encostaria a mão em uma mulher", retrucou Valter.

Após classificação à final, Neymar e Messi jantam com grupo do Barça.

Atacante brasileiro volta a integrar delegação, após lesão que o tirou por um mês dos jogos. Time culé avança à decisão da Copa do Rei diante do Real Madrid.

barcelona jogadores  (Foto: Reprodução )
Mesmo fora do grupo por quase um mês em razão de um problema no tornozelo, Neymar segue integrado aos colegas de time. Na noite desta quarta-feira, os jogadores culés comemoraram a classificação à final diante da Copa do Rei com um jantar no hotel. Relacionado para a viagem, mas sem participação no confronto diante do Real Sociedad, o atacante brasileiro dividiu a mesa com Daniel AlvesMessi, Mascherano, Adriano e os outros companheiros de clube.

- Jantando no hotel depois da partida. Felicidades, Barça!!! Grande trabalho!!! - escreveu o goleiro Jose Pinto ao postar a imagem no Instagram.
 Neymar chegou a viajar com a equipe para o confronto em San Sebastián, mas não chegou a figurar nem no banco. Ele está recuperado de uma lesão no tornozelo direito que o afastou por quatro semanas. O craque deve receber uma chance do técnico Tata Martino no sábado diante do Rayo Vallecano pelo Campeonato Espanhol. Na partida pela Copa do Rei, quem se destacou foi Messi. O argentino assinalou o gol no empate em 1 a 1, que deu a vaga ao time catalão. O adversário na decisão será o Real Madrid.

Menino com paralisia cerebral começa a andar após praticar surfe.

Antes de entrar no mar, garoto faz alongamento e exercícios lúdicos.
Escola Radical, em Santos, é a primeira pública de surfe no país.

Raphael dos Santos Nascimento foi diagnosticado com paralisia cerebral (Foto: Mariane Rossi/G1)Uma criança de Santos, no litoral de São Paulo, diagnosticada com paralisia cerebral, surpreendeu a família e os professores ao aprender a andar 8 meses após começar a praticar aulas de surfe. Raphael dos Santos, de 12 anos, conseguiu deixar a cadeira de rodas e, atualmente, chega às aulas caminhando, sempre ao lado da mãe.
A luta do menino começou nos primeiros dias de vida. "Ele nasceu praticamente morto, mas Deus me deu ele de volta", conta a mãe, Fabiana dos Santos. O garoto ficou alguns dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e depois foi levado para casa. Porém, nos primeiros meses, Fabiana percebeu que o filho era diferente das outras crianças. "Uma doutora me disse que ele não tinha capacidade de andar, de falar nem de sentar. A médica disse que ele iria ficar mole, como quando estava no meu colo", diz. Pouco tempo depois, Raphael foi diagnosticado com paralisia cerebral.
Os professores Cisco Araña e Carolina Leite com Rapha (Foto: Mariane Rossi/G1)Separada do marido, Fabiana passou a levar o menino à Casa da Esperança para receber tratamento específico, com a ajuda da avó dele. O garoto foi crescendo, mas não conseguia andar nem falar, só engatinhava e ficava sentado. Aos 9 anos, Raphael passou por uma cirurgia nas pernas e ficou em uma cadeira de rodas. Logo depois, o surfe surgiu na vida dele.
"Eu conheci um amigo do Cisco (surfista) que trabalha com fisioterapia e ele me indicou as aulas", lembra a mãe.
Rapha e os professores de surf (Foto: Mariane Rossi/G1)
Mesmo com medo, Fabiana resolveu levar o menino para a Escola Radical, em Santos, a primeira pública de surfe no país, coordenada por Cisco Araña. No primeiro dia de aula, Raphael não saía da cadeira de rodas. Por causa da cirurgia, as pernas dele só ficavam esticadas e ainda não haviam voltado ao normal.
"O Cisco o levou para o mar. Eu pensei que iriam afogar meu filho, fiquei na areia olhando, eu tremia. No dia seguinte, fomos de novo", revela a mãe.
O professor Leonardo Scarpa acompanhou Rapha, como ele começou a ser chamado por todos, nos primeiros dias de aula. O instrutor lembra que o garoto tinha muitas dificuldades de locomoção.
"Ele veio para cá no formato da cadeira de rodas, bem travadinho mesmo. Ele não tinha muito controle do pescoço. Mas, pelo simples fato de ficar deitado na prancha, ele tinha que levantar para não ir água no rosto e na boca dele", explica.
O contato com o professor foi crescendo a cada aula. Antes de entrar no mar, Scarpa incentivava Rapha a fazer exercícios de alongamento e brincadeiras lúdicas. A intenção era fazer com que o garoto soltasse mais as pernas e também sentisse a liberdade de uma vida em meio à natureza.
"Como ele é criança, o importante é brincar mesmo. Por mais difícil que seja, ele está aqui na praia, fazendo amigos, conhecendo pessoas. E, por mais que seja adaptado, ele está se divertindo, fazendo uma atividade de que gosta", destaca o professor.
Menino passou a andar depois das aulas de surf (Foto: Mariane Rossi/G1)Depois de uma semana de surfe, as pernas de Rapha começaram a dobrar novamente e ele voltou a engatinhar. Mas a grande superação do menino ainda estava por vir.
"Aconteceu com 8 meses de aulas, foi no Dia das Mães. Eu fui colocar a roupa na máquina de lavar e, quando voltei para a sala, ele estava em pé e deu 8 passos. Foi uma surpresa", recorda a mãe. Segundo Fabiana, em todas as consultas médicas, os profissionais afirmavam que seu filho nunca daria um único passo.
Para a mãe do garoto, o esporte foi responsável pela melhora dele. "Eu pensava que, com o surfe, não aconteceria nada, mas vi meu filho andar. Eu estava esperando por isso há 10 anos. Foi muito rápido, foi o surfe", afirma Fabiana.
Além disso, Raphael desenvolveu a fala. Os professores pediam que o menino conversasse com eles, que deixasse de apontar para os objetos e usasse palavras para dizer o que queria. "Ele tentava falar várias vezes. Na terceira, conseguia falar direito", conta a mãe.
Raphael surfando no mar em Santos, SP (Foto: Mariane Rossi/G1)Agora, Rapha já largou a cadeira de rodas. Hoje, o menino caminha com dificuldade até o mar, com a ajuda da mãe, dos colegas e professores da escolinha de surfe.
"Ele não vê a hora de ir para a água. Eu só fico na torcida e, quando ele pega uma onda, brinco dizendo que ele é o 'Titanic da Mamãe'", diz Fabiana. Após o alongamento, Rapha entra na água com a ajuda dos professores. O menino então sobe na prancha – usada normalmente por pessoas cegas, já que é mais macia e tem algumas características que melhoram a postura do deficiente. Rapha dá meia volta, já em cima da prancha, e aguarda uma onda perfeita para fazer o que mais gosta.

Para Cisco Araña, a evolução de Raphael foi resultado de um trabalho feito com amor. O surfista conta que Rapha progrediu muito, tanto no aspecto físico quanto mental. Ele acredita que o esporte e, principalmente o surfe, realmente pode mudar vidas, como a de Raphael. "O mar tem vários minerais essenciais para a saúde. O movimento das ondas faz um trabalho para as pernas melhorarem, melhora articulação, lateralidade e coordenação motora", explica Cisco. Segundo ele, também há a vitamina D vinda do sol e o ar puro da praia. "A atmosfera de amor, de compartilhar com o outro, de trocar experiência faz muita diferença, como fez para o Raphael", fala Cisco.
A professora de surfe Carolina Coelho Leite, que também acompanhou as aulas de Rapha, conta que o viu  crescendo e se desenvolvendo. "Aqui é um ambiente que proporciona a ele um novo desafio de se portar dentro da água. Se ele consegue evoluir na terra, no mar é outro ambiente, é mais um que ele consegue se sustentar. É bem legal", comemora. Para Carol, Rapha é um exemplo para muitos. “Eu pego onda. Se para mim já é mágico, imagino para ele. É uma lição de vida. O limite está na cabeça. É bem legal, eu agradeço essa oportunidade”, encerra a professora.
Já para o professor Leo, cada superação do menino é uma alegria diária. Além disso, ele percebe que Rapha fica animado a cada aula de surfe. "Hoje ele já brinca, é muito mais tranquilo. O que motiva ele a vir aqui é o oceano. É legal estar participando disso, mas o mérito é do mar", diz. Além da melhora física, Leo acredita que o esporte ajuda na autoestima do menino e na vida social. "Para mim é gratificante estar participando do processo. Foi o que mais me motivou a ficar aqui. É uma amizade para sempre", finaliza o professor.
Cisco Araña mostra a prancha para cegos' (Foto: Mariane Rossi/G1)Surf para deficientes
Cisco Araña foi o responsável por criar a escolinha de surfe pública de Santos. Ele teve a oportunidade de lidar com pessoas de todas as idades e com diversas deficiências, promovendo a inclusão. Cisco transformou o surfe não apenas em um esporte para essas pessoas, mas também como meio social para agregar idosos, deficientes e todos os tipos de pessoa no mar.
O surfista criou uma prancha para cegos, especialmente para Valdemir Pereira Corrêa, o Val, que foi o primeiro surfista cego do Brasil e começou a praticar o esporte em Santos. “Ele fez muita diferença. A partir do Val é que veio outras pessoas. Nós criamos a prancha. Daí, vieram os outros, com déficit de atenção, síndrome de down, tetraplégico”, lembra Cisco.

Cisco conta que o projeto foi surgindo aos poucos. “A primeira turma que veio para cá foi de surdos. A gente começou a trabalhar com eles e o resultado foi positivo. Os desenhos vieram mais coloridos, começaram a reparar nas coisas e surgiram sorrisos”, diz o surfista.

A ideia de Cisco é criar, a partir de maio deste ano, um Núcleo de Terapia com pranchas adaptadas. Para isso, eles estão buscando apoiadores do projeto. “Vamos triplicar o nosso amor e nossa doação por essa causa”, afirma Cisco.
Professores e Rapha entrando no mar para uma aula de surf (Foto: Mariane Rossi/G1)
Rapha e o professor Leo, em cima da prancha (Foto: Mariane Rossi/G1)

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